O presidente da SINDECOMPRESTS , Júlio Cézar Nascimento lamenta assassinato de funcionário da manutenção e defende medidas urgentes para proteger trabalhadores que atuam em condomínios e empresas da capital MANAUS – O assassinato do funcionário da manutenção Rafael Souza Santos, de 35 anos, conhecido como “Cajuzinho”, dentro de um condomínio residencial em Manaus, provocou forte repercussão entre trabalhadores e entidades sindicais. O crime ocorreu na manhã desta quarta-feira (24), no Residencial Conjunto Tocantins, localizado na avenida Constantino Nery, bairro Chapada, zona Centro-Sul da capital.
De acordo com informações preliminares, Rafael foi morto após uma discussão com o morador Eduardo Henrique Nobre Klem, de 54 anos. Durante o desentendimento, o trabalhador foi atingido por uma facada no peito e morreu ainda no local, antes da chegada do socorro.
Segundo as informações iniciais, o morador Eduardo Henrique Nobre Klem, de 54 anos, discutiu com Rafael durante a manhã. Em seguida, sacou uma faca e atingiu o trabalhador no peito.
Logo após o ataque, Eduardo Henrique Nobre Klem fugiu para uma área de mata próxima ao condomínio. Desde então, as forças de segurança realizam buscas para localizá-lo.
Além disso, informações divulgadas pelas autoridades apontam que o suspeito acumula mais de 30 boletins de ocorrência registrados contra seu nome. Os registros envolvem diversas ocorrências policiais ao longo dos anos.
SINDECOMPRESTS lamenta assassinato de trabalhador Diante da tragédia, o presidente do Sindicato dos Empregados em Empresas de Conservação, Prestação de Serviços, Limpeza Urbana, Locação de Mão de Obra, Administração de Condomínios e de Edifícios Residenciais e Comerciais do Amazonas (SINDECOMPRESTS), Júlio Cézar Nascimento, divulgou uma nota de solidariedade à família da vítima.
Segundo ele, o crime abalou toda a categoria e expôs os riscos enfrentados diariamente pelos trabalhadores da prestação de serviços.
“Recebemos com profunda consternação a notícia do brutal assassinato de um trabalhador durante o exercício de suas funções. Em nome do SINDECOMPRESTS, manifestamos nossa solidariedade à família, amigos e colegas de trabalho da vítima neste momento de dor”, afirmou.
Sindicato exige punição para o criminoso Júlio Cézar Nascimento também cobrou uma resposta rápida das autoridades. Além disso, defendeu a responsabilização do autor do crime.
“O SINDECOMPRESTS acompanhará atentamente o caso e espera que as autoridades competentes atuem com rigor para que os responsáveis sejam identificados, julgados e punidos na forma da lei”, declarou.
Enquanto isso, policiais seguem mobilizados para prender Eduardo Henrique Nobre Klem.
Caso reforça debate sobre segurança no trabalho Para o presidente do sindicato, o assassinato de Rafael evidencia a necessidade de ampliar as medidas de proteção nos ambientes de trabalho.
Segundo ele, trabalhadores não podem conviver com ameaças, agressões ou qualquer tipo de violência durante o exercício de suas funções.
“O episódio reforça a necessidade urgente de fortalecer as medidas de segurança e prevenção à violência nos ambientes de trabalho. Nenhum trabalhador deve correr riscos à sua integridade física enquanto cumpre seu dever profissional”, destacou.
Além disso, o dirigente afirmou que o SINDECOMPRESTS está disposto a colaborar com iniciativas voltadas à proteção dos profissionais da categoria.
Comoção e pedido por justiça A morte de Rafael Souza Santos gerou forte repercussão entre moradores, colegas de trabalho e lideranças sindicais. Por isso, familiares e amigos cobram justiça e a prisão do suspeito.
Enquanto as investigações avançam, a polícia mantém as buscas por Eduardo Henrique Nobre Klem. A expectativa é que a prisão ocorra nos próximos dias.
O caso, portanto, reacende o debate sobre a segurança dos trabalhadores que atuam em condomínios e reforça a necessidade de medidas preventivas para evitar novas tragédias.
Veja o pronunciamento do presidente Júlio Cézar: