Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos, do PT Municipal e da CUT reforça mobilização histórica por jornada mais justa O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos, do PT Municipal e da CUT, Valdemir Santana, intensifica a mobilização pelo fim da escala 6×1 e pela implantação da jornada de 36 horas semanais no Brasil. No Amazonas, o movimento ganha força e coloca o estado na linha de frente dessa pauta histórica.
Segundo Valdemir Santana, a proposta representa um avanço civilizatório. Além de combater jornadas exaustivas, a mudança garante mais qualidade de vida, saúde e tempo para a família. Para ele, o debate não se limita à redução de horas trabalhadas, mas envolve dignidade e justiça social.
Fim da escala 6×1 e jornada de 36 horas avançam no Amazonas Atualmente, a escala 6×1 impõe seis dias consecutivos de trabalho para apenas um dia de descanso. Como resultado, muitos trabalhadores acumulam desgaste físico e mental.
Diante desse cenário, a proposta defendida por Valdemir Santana prevê o fim da escala 6×1 e a redução para 36 horas semanais. De acordo com o dirigente sindical, essa medida acompanha tendências internacionais e fortalece a produtividade.
Além disso, ele rebate críticas de setores empresariais que afirmam que as empresas irão quebrar com a redução da jornada. Para Valdemir, essa narrativa não se sustenta. “Dizer que as empresas irão quebrar por causa da jornada de 36 horas é uma grande mentira. O que precisamos é de organização, planejamento e valorização do trabalhador”, afirma.
Redução da jornada não quebra empresas, fortalece a economia Especialistas em relações de trabalho apontam que jornadas mais equilibradas reduzem afastamentos por problemas de saúde e aumentam o rendimento das equipes. Portanto, a redução da carga horária pode gerar impacto positivo tanto para trabalhadores quanto para empresas.
Além disso, a jornada de 36 horas semanais estimula a geração de novos empregos, já que pode ampliar a necessidade de contratação. Consequentemente, a economia local se fortalece e o consumo interno cresce.
Para Valdemir Santana, a mudança representa desenvolvimento com justiça social. Ele defende que o Amazonas pode se tornar referência nacional na construção de um modelo de trabalho mais humano e sustentável.
Mobilização cresce e amplia debate nacional Enquanto isso, assembleias, debates e articulações políticas seguem em andamento. O movimento sindical amplia o diálogo com a sociedade e reforça a importância da pauta.
Assim, o Amazonas consolida seu protagonismo na luta pelo fim da escala 6×1 e pela jornada de 36 horas semanais. O momento é considerado histórico pelos trabalhadores, que veem na proposta uma oportunidade real de transformação das relações de trabalho no Brasil.