O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos, Valdemir Santana, alertou os trabalhadores temporários sobre um ponto fundamental: a legislação garante a eles os mesmos direitos dos trabalhadores efetivos. Segundo o dirigente, não existe diferenciação legal quando a função exercida é a mesma.
De acordo com Valdemir, no chão de fábrica a realidade é única. Temporários e efetivos enfrentam as mesmas jornadas, cumprem as mesmas metas e contribuem igualmente para o funcionamento da indústria. Por isso, os direitos também precisam ser iguais.
Legislação assegura igualdade de tratamento A legislação trabalhista brasileira garante aos trabalhadores temporários direitos como salário equivalente, jornada regulamentada, descanso semanal remunerado e condições adequadas de saúde e segurança. Além disso, a lei proíbe qualquer forma de discriminação baseada no tipo de contrato.
Nesse sentido, Valdemir Santana destacou que igualdade não representa um benefício concedido pelas empresas. Ao contrário, trata-se de uma obrigação legal que precisa ser cumprida integralmente.
“Temporário ou efetivo, o suor é o mesmo. Portanto, os direitos também devem ser respeitados”, afirmou o presidente.
Sindicato reforça atuação em defesa da categoria Além do alerta, o Sindicato dos Metalúrgicos reforçou que acompanha de perto a situação dos trabalhadores temporários. Sempre que identifica irregularidades, a entidade atua para cobrar correções e garantir o cumprimento da lei.
Além disso, o sindicato orienta os trabalhadores a procurarem apoio sempre que perceberem violações de direitos. Dessa forma, a entidade oferece orientação jurídica e suporte sindical para cada caso.
Para Valdemir Santana, a união da categoria fortalece a luta coletiva. “No chão de fábrica, a categoria é uma só. Por isso, a luta de um trabalhador representa a luta de todos”, enfatizou.
Informação fortalece o trabalhador Por fim, o sindicato orienta os trabalhadores temporários a buscarem informação e a não aceitarem condições inferiores às previstas em lei. Assim, a conscientização se torna uma ferramenta essencial para garantir dignidade e respeito no ambiente de trabalho.
Valdemir Santana concluiu destacando que igualdade não é favor, é lei, e que o sindicato seguirá atuando para defender todos os metalúrgicos, independentemente do tipo de contrato.
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